Economia Matemática/Exercícios/Sosa

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Exemplo 4.2.3 [1] - Poliedro

Um produtor de cerveja dispõe de 240 kg de milho, 5 kg de lúpulo e 595 kg de malte. Para produzir um barril de cerveja preta se requer de 2,5 kg de milho, 0,125 kg de lúpulo e 17 kg de malte enquanto que, para produzir um barril de cerveja loira, se requer de 7,5 kg de milho, 0,125 kg de lúpulo e 10 kg de malte. Calcular a máxima produção para obter a maior receita sabendo que um barril de cerveja preta custa 180 reais enquanto que a loira custa 120 reais.


Solução


Seja P a quantidade de barril de CP e l a quantidade de barril de CL.


milholúpulomalte
P2,50,12517
l7,50,12510
total2405595


max f(P,l)=180P+120l maximizar o lucro - esta é a função objetivo
s.a 2,5P+7,5l≤240 limite de quantidade de milho
0,125P+0,125l≤5 limite de quantidade de lúpulo
17P+10l≤595 limite de quantidade de malte
P≥0→−P≤0 e l≥0→−l≤0 não se pode comprar uma quantidade negativa


Poliedro (Wikibooks, Wikipédia)


a) Desenhar os hiperplanos que, juntos, definem a restrição.


H1=(96,0),(0,32) vetor normal [2,5;7,5]
H2=(40,0),(0,40) vetor normal [0,125;0,125]
H3=(35,0),(0;59,5) vetor normal [17,10]


Para encontrar P=96 e l=32 em H1, foram considerados l e P como zero, respectivamente. Feito o mesmo procedimento para os valores de outros hiperplanos.


No Scilab, para visualizar o gráfico de H1, por exemplo, digite:
x=[96;0]
y=[0;32]
plot(x,y, 'b')


O Poliedro (Wikibooks, Wikipédia) tem quatro vértices e a solução é um deles. Então, calculando P, l e f(P,l), temos:


P=0→l=32 (o maior dentro da restrição)
Com as equações 2,5P+7,5l≤240 e 0,125P+0,125l≤5→P=12 e l=28
Com as equações 0,125P+0,125l≤5 e 17P+10l≤595→P≈27,85714286 e l≈12,14285714
l=0→P=35 (o maior dentro da restrição)


V1=f(0,32)=3.840
V2=f(12,28)=5.520
V3=f(27,86;12,14)=6.471,43
V4=f(35,0)=6.300


Encontrando o segundo vértice pelo Scilab:


A=[2.57.5;0.1250.125]
b=[240;5]
x1=A∖b, que é equivalente a Ax=b e retornará x1=[1228].


O mesmo procedimento para outros vértices.


Gráfico de Poliedro


Ainda precisamos utilizar o Lema de Farkas para verificar se, em cada vértice, não existe negatividade. Utilizando Scilab:


1º vértice:


A=[2.57.5;−10]
B=A′ (equivalente a B=A′=AT=[2.5−1;7.50])
c=[180;120]
u=B∖c e retornará [16−140]. Não pode ser a solução.


O mesmo procedimento para outros vértices:


No V2: u=B∖c retornará [−121680]. Não pode ser a solução.
No V3: u=B∖c retornará [274,285718,5714286]. É uma das soluções.
No V4: u=B∖c retornará [10,588235−14,117647]. Não pode ser a solução.


Resposta final: além de o V3 ser maior, é a única solução.


Problema do consumidor (mercado com dois bens)

Maximizar u(x,y)=7x1/2y1/3

P=(2,3), w=(5,6)

O(P,w)={(x,y)∈ℝ2:⟨(2,3),(x,y)⟩≤⟨(2,3),(5,6)⟩}

O(P,w)={(x,y)∈ℝ2:2x+3y≤28,x≥0,y≥0}

O = Orçamento; P = Preço; w = riqueza (wealth)


max 7x1/2y1/3
s.a 2x+3y≤28
−x≤0 não é ativa
−y≤0 idem


Como u(x,y) não é linear, a solução não é o vértice. Usa-se o teorema de Karush-Kuhn-Tucker (Wikibooks, Wikipédia):


Gráfico de hiperplano H( (2,3) , 28 )


A=[23−100−1]


O gradiente da Cobb-Douglas não está definido nos eixos. A solução não pode ser de Canto.


g(x,y)=2x+3y−28

∇g(x,y)=[23]


f(x,y)=7x1/2y1/3

∇f(x,y)=[72x−1/2y1/373x1/2y−2/3]


∇f(x,y)=v∇g(x,y)

[72x−1/2y1/373x1/2y−2/3]=v[23]
72x−1/2y1/3=2v
73x1/2y−2/3=3v


Suponha que v≠0:


72x−1/2y1/373x1/2y−2/3=2v3v→32yx=23→y=49x
2x+3x−28=0 (restrição ativa) →2x+3(49x)=28→x(2+43)=28→x∗=8410=8,4
y∗=49⋅8,4=33,69


Maximizar com duas variáveis

Maximizar kxαyβ(max f(x,y)=max k⋅f(x,y), se k>0)

(x,y)∈O(P,w)

P(p1,p2)

w(w1,w2)

O(P,w)={(x,y)∈ℝ2:⟨(p1,p2),(x,y)⟩≤⟨(p1,p2),(w1,w2)⟩,x≥0,y≥0}

O(P,w)={(x,y)∈ℝ2:p1x+p2y≤p1w1+p2w2,x≥0,y≥0}


max kxαyβ função objetivo
s.a p1x+p2y≤p1w1+p2w2 função restrição
−x≤0 equivalente a x≥0 (todas as restrições devem ser consistentes)
−y≤0 idem


Gráfico de hiperplano H( (p1,p2) , (p1w1,p2w2)) )


O gradiente da Cobb-Douglas não está definido nos eixos. A solução não pode ser de Canto.

g(x,y)=p1x+p2y−p1w1−p2w2→∇g=[p1p2]

f(x,y)=kxαyβ→∇f=[kαxα−1yβkβxαyβ−1]

∇f(x,y)=v∇g(x,y)

[kαxα−1yβkβxαyβ−1]=v[p1p2]


Suponha que v≠0:


kαxα−1yβkβxαyβ−1=vp1vp2→αβx−1y1=p1p2→y=(βα⋅p1p2)x


Substituindo y na função restrição:


p1x+p2(βα⋅p1p2)x−p1w1−p2w2=0→p1x(1+βα)=p1w1+p2w2→x∗=p1w1+p2w2p1⋅(αα+β)
y∗=βα⋅p1p2⋅(p1w1+p2w2p1)⋅(αα+β)=(p1w1+p2w2p2)⋅(βα+β)


Maximizar com três variáveis

Maximizar kxαyβzγ

(x,y,z)∈O(P,w)

P(p1,p2,p3)

w(w1,w2,w3)

O(P,w)={(x,y,z)∈ℝ3:⟨(p1,p2,p3),(x,y,z)⟩≤⟨(p1,p2,p3),(w1,w2,w3)⟩,x≥0,y≥0,z≥0}

O(P,w)={(x,y,z)∈ℝ2:p1x+p2y+p3z≤p1w1+p2w2+p3w3,x≥0,y≥0,z≥0}


max kxαyβzγ função objetivo
s.a p1x+p2y+p3z≤p1w1+p2w2+p3w3 função restrição
−x≤0 equivalente a x≥0 (todas as restrições devem ser consistentes)
−y≤0 idem
−z≤0 idem


g(x,y,z)=p1x+p2y+p3z−p1w1−p2w2−p3w3→∇g=[p1p2p3]

f(x,y,z)=kxαyβzγ→∇f=[kαxα−1yβzγkβxαyβ−1zγkγxαyβzγ−1]

∇f=v∇g→[kαxα−1yβzγkβxαyβ−1zγkγxαyβzγ−1]=v[p1p2p3]


Suponha que v≠0:


kαxα−1yβzγ=vp1
kβxαyβ−1zγ=vp2
kγxαyβzγ−1=vp3


kαxα−1yβzγp1=kβxαyβ−1zγp2→αp1y=βp2x→y=(βα⋅p1p2)x
kαxα−1yβzγp1=kγxαyβzγ−1p3→αp1z=γp3x→z=(γα⋅p1p3)x


Substituindo y e z na função restrição:


p1x+p2y+p3z−p1w1−p2w2−p3w3=0→p1x+p2(βα⋅p1p2)x+p3(γα⋅p1p3)x=p1w1+p2w2+p3w3
p1x+βαp1x+γαp1x=p1w1+p2w2+p3w3→x(1+βα+γα)=p1w1+p2w2+p3w3p1
x∗=(αα+β+γ)⋅(p1w1+p2w2+p3w3p1)
y∗=(βα+β+γ)⋅(p1w1+p2w2+p3w3p2)
z∗=(γα+β+γ)⋅(p1w1+p2w2+p3w3p3)


Exercícios de Mat II na UCB - mar/2014 - Cálculo de Variáveis

Considere o problema de variações seguinte:

maximizar J(x)=∫0TL(t,x(t),x′(t))dt
x(0)=x0
x(T)=xT


Calcule a equação diferencial obtida da equação de Euler e ache os extremais, quando:

P1: J(x)=∫01(4x(t)−(x′(t))2−(x(t))2)dt.
L(t,x(t),x′(t))=4x(t)−(x′(t))2−(x(t))2
∂L∂x(t)(t,x(t),x′(t))=4−2x(t)
∂L∂x′(t)(t,x(t),x′(t))=−2x′(t)
ddt[∂L∂x′(t)(t,x(t),x′(t))]=−2x″(t)


Equação de Euler


∂L∂x(t)(t,x(t),x′(t))−ddt[∂L∂x′(t)(t,x(t),x′(t))]=0
4−2x(t)−(−2x″(t))=0→2x″(t)−2x(t)+4=0→x″(t)−x(t)+2=0


Equação Diferencial Ordinária (Wikibooks, Wikipédia)


x(t)=xp(t)+xh(t). Sendo xp(t) a solução particular (elimina-se cada derivada na equação de Euler) e xh(t) a solução homogênea (elimina-se cada constante na equação de Euler).


x″(t)−x(t)+2=0→xp(t)=2
x″(t)−x(t)+2=0→x″(t)−x(t)=0→xh(t)=xh″(t)


Na solução homogênea, substituir xn por λm, sendo n um número em derivadas e m, algarismo arábico.


x″(t)−x(t)=0→λ2−λ0=0→λ=±1


Solução geral: x(t)=keλt+2=k1et+k2e−t+2


Concavidade


∂2L∂x(t)2=−2
∂2L∂x(t)∂x′(t)=0
∂2L∂x′(t)∂x(t)=0
∂2L∂x′(t)2=−2


−HL(x,x′)=[2002]


L− é côncava. ∴ x(t) é solução do problema de maximização.


A partir de agora será omitido o (t) para facilitar a leitura, i.e., subentendendo-se x=x(t), x′=x′(t) e assim por diante.


P2: J(x)=∫01(1+(x′(t))2)12dt.
L(t,x(t),x′(t))=(1+(x′(t))2)12→L(t,x,x′)=(1+(x′)2)12
∂L∂x(t,x,x′)=0
∂L∂x′(t,x,x′)=12⋅(1+(x′)2)−12⋅(1+(x′)2)′=x′(1+(x′)2)12(equivalente a x′⋅(1+(x′)2)−12)
ddt[∂L∂x′(t,x,x′)]=x″⋅(1+(x′)2)−12−12⋅x′⋅(1+(x′)2)−32⋅(0+2⋅x′⋅x″)=0


Equação de Euler (substituir (1+(x′)2) por α).


∂L∂x(t,x,x′)−ddt[∂L∂x′(t,x,x′)]=0
−x″α12+(x′)2⋅x″α32=−α⋅x″+(x′)2⋅x″α32=0→−x″−(x′)2⋅x″+(x′)2⋅x″=0→x″(t)=0


Integrando x″(t) e x′(t).


x′(t)=k1
x(t)=k1t+k2


Concavidade


∂2L∂x2=∂2L∂x∂x′=∂2L∂x′∂x=0


−HL(x,x′)=[000∂2L∂(x′)2]


L− não é côncava. ∴ x(t) é um extremal, mas não é solução do problema de maximização.


P3: J(x)=∫02(t2+(x′(t))2+(x(t))2)dt.
L(t,x(t),x′(t))=t2+(x′(t))2+(x(t))2→L(t,x,x′)=t2+(x′)2+x2
∂L∂x(t,x,x′)=2x
∂L∂x′(t,x,x′)=2x′
ddt[∂L∂x′(t,x,x′)]=2x″


Equação de Euler


∂L∂x(t,x,x′)−ddt[∂L∂x′(t,x,x′)]=0
2x−(2x″)=0→−x″+x=0→x″(t)−x(t)=0


Equação Diferencial Ordinária (Wikibooks, Wikipédia)


x(t)=xp(t)+xh(t). Sendo xp(t) a solução particular (elimina-se cada derivada na equação de Euler) e xh(t) a solução homogênea (elimina-se cada constante na equação de Euler).


x″(t)−x(t)=0→xp(t)=0
x″(t)−x(t)=0→xh(t)=xh″(t)


Na solução homogênea, substituir xn por λm, sendo n um número em derivadas e m, algarismo arábico.


x″(t)−x(t)=0→λ2−λ0=0→λ=±1


Solução geral: x(t)=keλt=k1et+k2e−t


Concavidade


∂2L∂x2=2
∂2L∂x∂x′=∂2L∂x′∂x=0
∂2L∂x'2=2


−HL(x,x′)=[−200−2]


L− não é côncava. ∴ x(t) é um extremal, mas não é solução do problema de maximização.


P4: J(x)=∫05(tx′(t)+(x′(t))2)dt.
L(t,x(t),x′(t))=tx′(t)+(x′(t))2→L(t,x,x′)=tx′+(x′)2
∂L∂x(t,x,x′)=0
∂L∂x′(t,x,x′)=t+2x′
ddt[∂L∂x′(t,x,x′)]=1+2x″


Equação de Euler


∂L∂x(t,x,x′)−ddt[∂L∂x′(t,x,x′)]=0
0−(1+2x″)=0→−2x″−1=0→x″(t)=−12


Integrando x″(t) e x′(t) (considerando k como constante).


x′(t)=−12t+k1
x(t)=−14t2+k1t+k2


Concavidade


∂2L∂x2=∂2L∂x∂x′=∂2L∂x′∂x=0
∂2L∂(x′)2=2


−HL(x,x′)=[000−2]


L− não é côncava. ∴ x(t) é um extremal, mas não é solução do problema de maximização.


Fazer o mesmo para o exercício 11.4 do livro [2] (pág 273), desde o item (a) até o item (i).

P5 (a): J[x]=∫040−x˙22dtconx(0)=20yx(40)=0.
L(t,x,x˙)=−x˙22
∂L∂x(t,x,x˙)=0
∂L∂x˙(t,x,x˙)=−x˙
ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=−x¨


Equação de Euler


∂L∂x(t,x,x˙)−ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=0
0−(−x¨)=0→x¨(t)=0


Integrando x¨(t) e x˙(t).


x˙(t)=k1
x(t)=k1t+k2


x(0)=k1⋅0+k2=20→k2=20
x(40)=k1⋅40+k2=0→k1=−2040=−12
x(t)=−12t+20


Concavidade


∂2L∂x2=∂2L∂x∂x˙=∂2L∂x˙∂x=0
∂2L∂x˙2=−1


−HL(x,x˙)=[0001]


L− não é côncava. ∴ x(t) é um extremal, mas não é solução do problema de maximização.


P5 (b): J[x]=∫010−(2xx˙+x˙2)dtconx(0)=10yx(10)=100.
L(t,x,x˙)=−2xx˙−x˙2
∂L∂x(t,x,x˙)=−2x˙
∂L∂x˙(t,x,x˙)=−2x−2x˙
ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=−2x˙−2x¨


Equação de Euler


∂L∂x(t,x,x˙)−ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=0
−2x˙−(−2x˙−2x¨)=0→−2x˙+2x˙+2x¨=0→x¨(t)=0


Integrando x¨(t) e x˙(t).


x˙(t)=k1
x(t)=k1t+k2


x(0)=k1⋅0+k2=10→k2=10
x(10)=k1⋅10+k2=100→k1=100−1010=9
x(t)=9t+10


Concavidade


∂2L∂x2=0
∂2L∂x∂x˙=∂2L∂x˙∂x=−2
∂2L∂x˙2=−2


−HL(x,x˙)=[0222]


L− é côncava. ∴ x(t) é solução do problema de maximização.


P5 (c): J[x]=∫02(12tx+x˙2)dtconx(0)=1yx(2)=17.
L(t,x,x˙)=12tx+x˙2
∂L∂x(t,x,x˙)=12t
∂L∂x˙(t,x,x˙)=2x˙
ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=2x¨


Equação de Euler


∂L∂x(t,x,x˙)−ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=0
12t−2x¨=0→x¨(t)=6t


Integrando x¨(t) e x˙(t).


x˙(t)=3t2+k1
x(t)=t3+k1t+k2


x(0)=03+k1⋅0+k2=1→k2=1
x(2)=23+k1⋅2+k2=17→k1=17−8−12=4
x(t)=t3+4t+1


Concavidade


∂2L∂x2=∂2L∂x∂x˙=∂2L∂x˙∂x=0
∂2L∂x˙2=2


−HL(x,x˙)=[000−2]


L− não é côncava. ∴ x(t) é um extremal, mas não é solução do problema de maximização.


P5 (d): J[x]=∫02(x+x˙2)dtconx(0)=1yx(2)=10.
L(t,x,x˙)=x+x˙2
∂L∂x(t,x,x˙)=1
∂L∂x˙(t,x,x˙)=2x˙
ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=2x¨


Equação de Euler


∂L∂x(t,x,x˙)−ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=0
1−2x¨=0→x¨(t)=12


Integrando x¨(t) e x˙(t).


x˙(t)=12t+k1
x(t)=14t2+k1t+k2


x(0)=14⋅02+k1⋅0+k2=1→k2=1
x(2)=14⋅22+k1⋅2+k2=10→k1=10−1−12=82=4
x(t)=14t2+4t+1


Concavidade


∂2L∂x2=∂2L∂x∂x˙=∂2L∂x˙∂x=0
∂2L∂x˙2=2


−HL(x,x˙)=[000−2]


L− não é côncava. ∴ x(t) é um extremal, mas não é solução do problema de maximização.


P5 (e): J[x]=∫02(x2+t2x˙)dtconx(0)=0yx(2)=2.
L(t,x,x˙)=x2+t2x˙
∂L∂x(t,x,x˙)=2x
∂L∂x˙(t,x,x˙)=t2
ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=2t


Equação de Euler


∂L∂x(t,x,x˙)−ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙)]=0
2x−2t=0→x(t)=t


Concavidade


∂2L∂x2=2
∂2L∂x∂x˙=∂2L∂x˙∂x=∂2L∂x˙2=0


−HL(x,x˙)=[−2000]


L− não é côncava. ∴ x(t) é um extremal, mas não é solução do problema de maximização.


P5 (f): J[x,y]=∫0T(2xy−2x2−x˙2+y˙2)dtencontrar únicamente la solución general.
L(z)=L(t,x,x˙,y,y˙)=2xy−2x2−x˙2+y˙2
∂L∂z=[∂L∂x∂L∂y]=[2y−4x2x]
∂L∂z˙=[∂L∂x˙∂L∂y˙]=[−2x˙2y˙]
ddt[∂L∂z˙]=[−2x¨2y¨]


Equação de Euler


∂L∂z(t,x,x˙,y,y˙)−ddt[∂L∂z˙(t,x,x˙,y,y˙)]=0
[2y−4x2x]−[−2x¨2y¨]=[00]→{2y(t)−4x(t)+2x¨(t)=02x(t)−2y¨(t)=0


−y¨+x=0→y¨(t)=x(t)


x¨−2x+y=0→elevando a +2 em derivadas→x¨¨−2x¨+y¨=0
substituindo y¨(t) por x(t)→x¨¨(t)−2x¨(t)+x(t)=0


Substituir xn por λm, sendo n um número em derivadas e m, algarismo arábico.


λ4−2λ2+λ0=0→λ4−2λ2+1=0


Substituir λ2 por r.


r2−2r+1=0→r=2±4−4⋅1⋅12=1→λ2=r→λ=±1


x(t)=k1et+k2tet+k3e−t+k4te−t
y¨(t)=x(t)=k1et+k2tet+k3e−t+k4te−t
y˙(t)=k1et+k2(t−1)et−k3e−t−k4(t+1)e−t+c1
y(t)=k1et+k2(t−2)et+k3e−t+k4(t+2)e−t+c1t+c2


P5 (g): J[x,y]=∫010(x˙2+y˙2+et)dtdadasx(0)=0,y(0)=2,x(10)=11yy(10)=6.
L(z)=L(t,x,x˙,y,y˙)=x˙2+y˙2+et
∂L∂z=[∂L∂x∂L∂y]=[00]
∂L∂z˙=[∂L∂x˙∂L∂y˙]=[2x˙2y˙]
ddt[∂L∂z˙]=[2x¨2y¨]


Equação de Euler


∂L∂z(t,x,x˙,y,y˙)−ddt[∂L∂z˙(t,x,x˙,y,y˙)]=0
[00]−[2x¨2y¨]=[00]→{−2x¨(t)=0−2y¨(t)=0


x¨(t)=0→x˙(t)=k1→x(t)=k1t+k2
y¨(t)=0→y˙(t)=c1→y(t)=c1t+c2


x(0)=k1⋅0+k2=0→k2=0
x(10)=k1⋅10+k2=11→k1=11−010=1110
x(t)=1110t


y(0)=c1⋅0+c2=2→c2=2
y(10)=c1⋅10+c2=6→c1=6−210=25
y(t)=25t+2


P5 (h): J[x,y]=∫0π2(x˙2+y˙2+2xy)dtdadasx(0)=y(0)=0yx(π2)=y(π2)=1.
L(z)=L(t,x,x˙,y,y˙)=x˙2+y˙2+2xy
∂L∂z=[∂L∂x∂L∂y]=[2y2x]
∂L∂z˙=[∂L∂x˙∂L∂y˙]=[2x˙2y˙]
ddt[∂L∂z˙]=[2x¨2y¨]


Equação de Euler


∂L∂z(t,x,x˙,y,y˙)−ddt[∂L∂z˙(t,x,x˙,y,y˙)]=0
[2y2x]−[2x¨2y¨]=[00]→{−x¨(t)+y(t)=0−y¨(t)+x(t)=0


−x¨+y=0→elevando a +2 em derivadas→−x¨¨+y¨=0→−x¨¨+x=0


Substituir xn por λm, sendo n um número em derivadas e m, algarismo arábico.


−λ4+λ0=0→−λ4+1=0→λ4=1→λ=±1 ou ±i


x(t)=k1et+k2e−t+k3cos⁡t−k4sen⁡t
y¨=x(t)=k1et+k2e−t+k3cos⁡t−k4sen⁡t
y˙=k1et−k2e−t+k3sen⁡t+k4cos⁡t+c1
y(t)=k1et+k2e−t−k3cos⁡t+k4sen⁡t+c1t+c2


P5 (i): J[x]=∫01(1+x¨2)dtconx(0)=0yx˙(0)=x(1)=x˙(1)=1.
L(t,x,x˙,x¨)=1+x¨2
∂L∂x(t,x,x˙,x¨)=0
∂L∂x˙(t,x,x˙,x¨)=0
ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙,x¨)]=0
∂L∂x¨(t,x,x˙,x¨)=2x¨
d2dt2[∂L∂x¨(t,x,x˙,x¨)]=2x¨˙


Equação de Euler-Poisson


∂L∂x(t,x,x˙,x¨)−ddt[∂L∂x˙(t,x,x˙,x¨)]+d2dt2[∂L∂x¨(t,x,x˙,x¨)]=0
0−0+2x¨˙=0→x¨˙=0


Integrando x¨˙(t), x¨(t) e x˙(t).


x¨˙(t)=0→∫01(x¨˙(t))dt=∫01(0)dt→x¨(t)=k1
x˙(t)=k1t+k2
x(t)=k12t2+k2t+k3


Substituindo as condições iniciais.


x(0)=k12⋅02+k2⋅0+k3=0→k3=0
x˙(0)=k1⋅0+k2=1→k2=1
x(1)=k12⋅12+k2⋅1+k3=1→k1=(1−1−0)⋅2=0
x(t)=02t2+1⋅t+0=t


Ainda há mais uma condição que não precisou ser utilizada para chegar ao extremal. Entretanto, podemos substituir a condição no extremal encontrado para ver se é atendida.


x˙(1)=k1⋅1+k2=1→k2=1. Atende.


Exercício 1 [3] - Controle Ótimo

1. Halle las sendas óptimas u∗(t), y∗(t) y λ∗(t) en los seguientes casos:


a.
max V=∫02(3y(t)−2u(t)2)dt
s.a y′(t)=3u(t)−1
y(0)=1
y(2)=y2(libre)


Construir Hamiltoniano.


H(t,λ(t),u(t),y(t))=f(t,y(t),u(t))+λ(t)⋅g(t,y(t),u(t))
H(t,λ(t),u(t),y(t))=3y(t)−2u(t)2+λ(t)⋅(3u(t)−1)


Princípio do Ótimo de Pontryagin (condição necessária de H).


∂H∂u(t)=−4u(t)+3λ(t)=0→u∗(t)=34λ(t)


As equações do movimento do problema.


y′(t)=∂H∂λ(t)=3u(t)−1
λ′(t)=−∂H∂y(t)=−3→ integrar λ′(t)→λ(t)=∫02(−3)dt=−3t+k1


Encontrar a constante k1 por meio da condição de transversalidade.


H(t)⋅dt−λ(t)⋅dy(t)=0
Quando o tempo final t é fixo e o Hamiltoniano não depende explicitamente do tempo (∂H∂t=0), então, H(x∗(t),u∗(t),λ∗(t))=constante. Se o tempo final t é livre, então H(x∗(t),u∗(t),λ∗(t))=0. Portanto:


H(t)⋅dt−λ(t)⋅dy(t)=0→−λ(t)⋅dy(t)=0


Para que a variação dy(t) seja maior que zero, é necessário que λ(t)=0.


λ(2)=0→−3t+k1=0→k1=6→λ∗(t)=−3t+6


Substituir λ∗(t) em u∗(t).


u∗(t)=34λ∗(t)=34⋅(−3t+6)=−9t+184


Substituir u∗(t) em y′(t).


y′(t)=3u∗(t)−1=3⋅(−9t+184)−1=−27t+544−1=−27t+504=−14⋅(27t−50)


Integrar y′(t).


y∗(t)=∫02(y′(t))dt=−14⋅∫02(27t−50)dt=−14(27t22−50t+k2)=−27t28+50t4−k24


Usar as condições iniciais do problema para achar a constante k2:


y(0)=−27⋅028+50⋅04−k24=1→k2=−4


y∗(t)=−27t28+50t4+1


Montar a Hessiana para ver se a função Hamiltoniano é côncava. Se sim, então λ∗(t), u∗(t) e y∗(t) são soluções do problema de Controle Ótimo.


−Hessiana=[∂2H∂u(t)2∂2H∂y(t)∂u(t)∂2H∂u(t)∂y(t)∂2H∂y(t)2]=−[−4000]


H1<0H2=0}−H1>0−H2=0} ∴, −H é positiva semi-definida e a função Hamiltoniana é côncava.


b.
max V=∫01Ln(4yu)dt
s.a y′=4y(1−u)
y(0)=1
y(1)=e2


Construir Hamiltoniano.


H(t,λ,u,y)=Ln(4yu)+λ⋅4y(1−u)


Princípio do Ótimo de Pontryagin (condição necessária, mas não suficiente).


∂H∂u(t)=(4yu)′4yu−4yλ=4y4yu−4yλ=0→u∗(t)=14y(t)λ(t)


As equações do movimento do problema.


y′=∂H∂λ=4y(1−u)
λ′=−∂H∂y=−((4yu)′4yu+4λ−4λu)=−1y−4λ+4λ⋅14λy=−4λ→ integrar λ′→λ=∫01(−4λ)dt=k1e−4t


Substituir λ em y′.


y′=4y(1−u∗)=4y(1−14yλ)=4y−(4y4y⋅k1e−4t)=4y−e4tk1


Como resolver x′(t)=a(t)x(t)+b(t)


Defina α(t)=∫0ta(s)ds


x(t)=eα(t)(∫0te−α(s)⋅b(s)ds+c)


Verificação


x′(t)=α′(t)⋅eα(t)(∫0te−α(t)⋅b(s)ds+c)+eα(t)(e−α(t)⋅b(t))=α′(t)x(t)+b(t)


y′(t)=4y−e4tk1a(t)=4b(t)=−e4tk1


α(t)=∫0t4ds=4s|0t=4t


y(t)=e4t(∫0te−4s(−e4sk1)ds+c)=e4t(∫0t−1k1ds+c)=e4t(−tk1+c)


y(0)=e4⋅0(−0k1+c)=1→c=1


y(1)=e4⋅1(−1k1+1)=e2→e−2=−1+k1k1→k1e−2−k1=−1=k1(e−2−1)→k1=−1e−2−1≈1,15652


Logo:


y∗(t)=e4t(−tk1+c)≈e4t(−t1,16+1)
λ∗(t)=k1e−4t≈1,16e4t
u∗(t)=14y∗(t)λ∗(t)=14⋅e4t(−t1,16+1)⋅1,16e4t≈1−4t+4,63


Verificar se a função Hamiltoniana é côncava em relação a y e u.


−Hessiana=[∂2H∂u(t)2∂2H∂y(t)∂u(t)∂2H∂u(t)∂y(t)∂2H∂y(t)2]=−[−1u200−1y2]


H1<0H2<0}−H1>0−H2>0} ∴, −H é positiva definida e a função Hamiltoniana é côncava.


c.
max V=∫01−u2dt
s.a y′=y+u
y(0)=1
y(1)=0


Construir Hamiltoniano.


H(t,λ,u,y)=−u2+λ⋅(y+u). H não é linear em relação a u.


Princípio do Ótimo de Pontryagin (condição necessária de H).


∂H∂u=−2u+λ=0→u∗=λ2


As equações do movimento do problema.


y′=∂H∂λ=y+u
λ′=−∂H∂y=−λ→ integrar λ′→λ∗(t)=∫01(−λ)dt=k1e−t


Substituir λ∗(t) em u∗(t).


u∗(t)=λ∗2=k1e−t2


Equação Diferencial Ordinária (Wikibooks, Wikipédia) (e substituir u∗(t) em y′(t)).


y′(t)=y(t)+k1e−t2a(t)=1b(t)=k1e−t2


α(t)=∫0ta(s)ds=∫0t1ds=t


y(t)=eα(t)(∫0te−α(t)⋅b(s)ds)=et(∫0te−s⋅k12e−sds)=et(∫0tk12e−2sds)=et(−k12⋅e−2t2+c)=−k14e−t+c⋅et


y(0)=−k14e−0+c⋅e0=1→c=1+k14


y(1)=−k14e−1+c⋅e1=0→c=0+k14e−1e=k14⋅e−2


1+k14=k14⋅e−2→4+k1=e−2k1→k1(1−e−2)=−4→k1=−41−e−2≈−4,62607


c=1+k14≈1−4,624≈−0,15652


Logo:


λ∗(t)=k1e−t≈−4,63e−t
u∗(t)=k1e−t2≈−2,31e−t
y∗(t)=−k14⋅e−t+c⋅et≈1,16e−t−0,16et


Verificar se a função Hamiltoniana é côncava em relação a y e u.


−Hessiana=[HuuHyuHuyHyy]=−[−2000]


H1<0H2=0}−H1>0−H2=0} ∴, −H é positiva semi-definida e a função Hamiltoniana é côncava.


d.
max V=∫01−12⋅(u2+y2)dt
s.a y′=u−y
y(0)=1
y(1)=y1(libre)


Construir Hamiltoniano.


H(t,λ,u,y)=−12⋅(u2+y2)+λ⋅(u−y). H não é linear em relação a u.


Princípio do Ótimo de Pontryagin (condição necessária de H).


∂H∂u=−u+λ=0→u∗=λ


As equações do movimento do problema.


y′=∂H∂λ=u−y
λ′=−∂H∂y=y+λ


Substituir u em y′.


y′=u−y=λ−y


Logo, λ′=λ+yy′=λ−y→[λy]′=[111−1][λy]→Jf=[111−1]


Diagrama de Fase


Encontrar as singularidades


λ+y=0→λ=−y
λ−y=0→−y−y=0→−2y=0→y=0→λ=−y=0
Singularidade (0,0)


Determinar os autovalores e autovetores:


[1−λ11−1−λ]
(1−λ)(−1−λ)−1=0=−1−λ+λ+λ2−1=λ2−2→λ≈±1,41421
Autovetores (pelo Scilab): v1=(−0,92−0,38)v2=(0,38−0,92)


Gráfico autovetor


e.
max V=∫0T−dt
s.a y′=y+u
y(0)=5
y(T)=11(T libre)


Construir Hamiltoniano.


H(t,λ,u,y)=−1+λ⋅(y+u). H é linear em relação a u. Quando isto ocorre, u∗(t) está localizada na fronteira do conjunto. Exemplo:


u∈[a,b]
u∗(t)=a,se λ<0
u∗(t)=b,se λ>0


Gráfico exemplo - linear


Para determinar λ, usamos as equações de movimento.


y′(t)=∂H∂λ(t)=y(t)+u(t)


λ′(t)=−∂H∂y(t)=−λ(t)→integrar λ′(t)→λ(t)=k1e−t. Como e−t é positivo, o sinal de λ depende do valor de k1.


Como T é livre, usamos a condição de Transversalidade.


H(T)=0=−1+λ(T)y(T)+λ(T)u(T)=−1+k1e−T⋅11+k1e−Tu(T)→u(T)=1k1e−T−11k1e−Tk1e−T=eTk1−11


Logo, y′=y+u=y+etk1−11.


Porém, neste problema não foram estabelecidas as restrições para u. Não temos a informação u∈[a,b], portanto este problema não tem solução.


f.
max V=∫0∞(1−y)udt
s.a y′=(1−y)u
y(0)=0
u(t)∈[0,1]


g.
max V=∫0T(y2+ay+bu+cu2)dt
s.a y′=u
y(0)=d
y(T)=yT(T libre)
a,b,c,d>0


h.
max V=∫01(2y−3u−u2)dt
s.a y′=y+u
y(0)=5
y(1)=y1(libre)


Exercícios 4(a. e b.), 5(a.) e 6(a.) [4] - Controle Ótimo

4. La curva de demanda de un mercado en el instante "t" viene dada por:


q(t)=a−bq(t)a,b>0


Donde q(t) y p(t) representan la cantidad y el precio, respectivamente. En este mercado existe una firma grande que fija el precio, y un grupo de firmas pequeñas que son tomadoras de precios. Nuevas firmas pequeñas entrarán al mercado si la firma grande determina un precio mayor a p∗. La producción agregada de las firmas pequeñas (y(t)) se comporta de acuerdo con la siguiente ecuación diferencial:


y′=k(p−p∗)k>0
y(0)=y0y0>0


La compañía grande produce una cantidad q(t)−y(t), y presenta un costo medio constante e igual a c (p∗>c>0). El objetivo de la empresa es maximizar el valor presente de sus beneficios descontados a la tasa "r":


Π=∫0∞e−n[p−c][a−bp−y]dt


a. Plante un diagrama de fase que explique la dinámica del precio y la producción de las pequeñas firmas.
b. Encuentre el valor del precio y la producción de las pequeñas firmas en le estado estacionario.


5. La variación de las ventas (V) de un producto de la firma XYZ decrece de manera proporcional al monto de las ventas, pero aumenta proporcionalmente al gasto en publicidad (P) destinado al sector del mercado que aún no adquiere el producto. De esta forma, las ventas se comportan de acuerdo con la siguiente ecuación diferencial:


V′=−aV+bP[1−VM]a,b,M>0
Dado V(0)=V0V0>0


Donde M es el valor de las ventas de todas las empresas dentro del mercado. El objetivo de la empresa es maximizar el valor de las ventas hasta el período "T":


I=∫0TV(t)dt


a. Si la firma XYZ puede destinar a lo más 3,000 unidades monetárias (u.m.) en publicidad, mediante el principio del máximo halle la política publicitaria óptima y la evolución de las ventas. Asuma los siguientes valores para los parámetros: a=1,b=2,M=100,α=4,T=12. Considere que las variables de control y estado se encuentran expresadas en miles de u.m.


6. Suponga que un partido político acaba de ganar las elecciones presidenciales(t=0) y que las próximas elecciones se realizarán dentro de "T" años. El partido gobernante desea ser reelegido en las siguientes elecciones, razón por la cual busca maximizar la intención de voto de la ciudadanía representada a través de la función v(∗). Los votantes evalúan al gobierno sobre la base de la evolución de la inflación (p) y el desempleo (u) durante el período de gobierno. Los electores le asignan una mayor importancia a la situación económica cercana al período de elección, de acuerdo con el factor eπ. De este modo, el funcional objetivo del partido governante es el siguiente:


V=∫0Tv(u,p)eπdtr>0


La inflación, el desempleo y la inflación esperada (π) en la economía se relacionan de acuerdo con la curva de Phillips:


p=a−bu+cπa,b,c>0


Por otra parte, la inflación esperada se forma de acuerdo con expectativas adaptativas:


v(u,p)=−u2−kpk>0


a. Halle la trayectoria del desempleo, la inflación y la inflación esperada, si el valor inicial de la inflación esperada es π(0)=π0 y el valor terminal es libre. Considere al desempleo como la variable de control y a la inflación esperada como la variable de estado.



Exercícios 6.3 a 6.5 [5]

6.3 Comprobar que las siguientes sucesiones dadas son soluciones de las ecuaciones:


a) xt=cos⁡πt;xt+1=−xt.


xt=cos⁡(π⋅t)→sequência
x0=cos⁡(π⋅0)=cos⁡0=1
x1=cos⁡(π⋅1)=−1
x2=cos⁡(π⋅2)=1
x3=cos⁡(π⋅3)=−1


xt→sequência {1,−1,1,−1,1,−1,⋯}
cos⁡πt{1, se t é par−1, se t é ímpar}xt=(−1)t


Portanto, xt+1=cos⁡(π⋅(t+1))=(−1)⋅cos⁡(π⋅t)=−xt, o que comprova que xt+1=−xt.


b) xt=2t;xt+1=xt+2xt−1.


xt=2t→sequência
x0=20=1
x1=21=2
x2=22=4
x3=23=8


xt→sequência {1,2,4,8,⋯}


Como xt=2t, então xt+1=2t+1=2t⋅21=2(2t)=2t+2t=2t+21+t−1=2t+2(2t−1). Substituindo 2t por xt e 2t−1 por xt−1: xt+2xt−1. Portanto, fica comprovado que xt+1=xt+2xt−1.


c) xt=t(t+1)2;xt+1=xt+t+1.


Como xt=t(t+1)2, então xt+1=(t+1)((t+1)+1)2=(t+1)(t+2)2=t2+t+2t+22=t2+t2+2t2+22=t(t+1)2+t+1.


Substituindo t(t+1)2 por xt, fica comprovado que xt+1=xt+t+1.


6.4 Resolver las siguientes ecuaciones y analizar la convergencia del sistema. Realizar la gráfica de la función xt en todos los casos.


Apenas para lembrete: {xt=at⋅x0, se b=0xt=b1−a+at⋅(x0−b1−a), se b≠0 e a≠1


a) xt+1=−0.5xt+3


Como (a≠1 e b≠0), então:


xt=b1−a+at⋅(x0−b1−a)=31−(−0,5)+(−0,5)t⋅(x0−31−(−0,5))=332+(−0,5)t⋅(x0−332)=2+(−0,5)t⋅(x0−2)


Como (−0,5)t tende para zero com t→∞, então (−0,5)t⋅(x0−2) tende para zero e, ∴, limt→∞2+(−0,5)t⋅(x0−2)=2. Converge para o ponto 2.


Gráfico convergindo para dois


b) 2xt+1=3xt+4


xt+1=3xt+42=32⋅xt+2


Como (a≠1 e b≠0), então:


xt=b1−a+at⋅(x0−b1−a)=21−32+(32)t⋅(x0−21−32)=−4+1,5t⋅(x0+4)


1,5t⋅(x0+4) tende para o infinito positivo com t→∞ e, ∴, limt→∞−4+1,5t⋅(x0+4)=∞. Produz uma série divergente.


Gráfico tendente para infinito positivo


c) xt+1=−xt+5


Como (a≠1 e b≠0), então:


xt=b1−a+at⋅(x0−b1−a)=51−(−1)+(−1)t⋅(x0−51−(−1))=52+(−1)t⋅(x0−52)


(−1)t{1, se t é par−1, se t é ímpar


∴, limt→∞52+(−1)t⋅(x0−52) não está definido e produz uma série divergente.


Gráfico oscilando


d) xt+1−xt=−43xt


xt+1=−43xt+xt=−23xt


Como (b=0), então:


xt=at⋅x0=(−13)t⋅x0


Como (−13)t tende para zero com t→∞, então limt→∞(−13)t⋅x0=0. Converge para zero.


Gráfico convergindo para zero


6.5 El ingreso, Yt, evoluciona de acuerdo a la siguiente ecuación:


Yt+1=Ct+It,


en donde It es inversión y Ct es el consumo. Si Ct=mYt+c con m<1 y c>0 y la inversión es constante de manera que It=I, obtener una ecuación en diferencias para el ingreso y resolver. Analizar la convergencia del modelo.


Consumo Ct=mYt+cm<1c>0It=I (investimento constante)


Yt+1=Ct+It=mYt+c+I(a=m≠1 por ser menor que 1,b=c+I≠0)


Yt=b1−a+at⋅(x0−b1−a)=c+I1−m+mt⋅(Y0−c+I1−m). Tem como ponto fixo Y∗=c+I1−m.


limt→∞Yt=limt→∞Y∗+mt⋅(Y0−Y∗)


Y∗>0, pois c e I são positivos e m menor que 1.


Se m∈(−1,1)∖0, então limt→∞Y∗+mt⋅(Y0−Y∗)=Y∗, convergindo monotonamente se m>0 ou alternadamente se m<0.


Conforme as condições iniciais, o m não pode ser maior que (ou igual a) 1. No caso de m<−1, o limt→∞Y∗+mt⋅(Y0−Y∗) não é definido e produz uma série divergente.


Predefinição:Referências

  1. ↑ CROUZEIX, Jean Pierre; KERAGHEL, Abdelkrim; SANDOVAL, Wilfredo Sosa. Programación Matemática Diferenciable. Lima: Universidad Nacional de Ingeniería - Faculdad de Ciencias, 2011.
  2. ↑ LOMELÍ, Héctor y RUMBOS, Beatriz. Métodos Dinámicos en Economía. Outra Búsqueda del Tiempo Perdido. Río Hondo: Instituto Tecnológico Autónomo de México, 2001.
  3. ↑ BONIFAZ F., José Luis; LAMA C., Ruy. Optimización dinámica y teoría económica. Lima: Centro de Investigatión de la Universidad del Pacífico, 1999.
  4. ↑ BONIFAZ F., José Luis; LAMA C., Ruy. Optimización dinámica y teoría económica. Lima: Centro de Investigatión de la Universidad del Pacífico, 1999.
  5. ↑ LOMELÍ, Héctor y RUMBOS, Beatriz. Métodos Dinámicos en Economía. Outra Búsqueda del Tiempo Perdido. Río Hondo: Instituto Tecnológico Autónomo de México, 2001.